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Educação à distância
Segundo MONTEIRO (1997/1998), a definição clássica o Ensino à Distância é um modelo de educação no qual professor e aluno(s) não se encontram fisicamente no mesmo local, ou seja, estão geograficamente em lugares diferentes, sendo a transmissão dos conteúdos educativos efetuados através da utilização de meios técnicos de comunicação. A EAD permite de maneira geral uma maior democratização do saber, pois oferece diversas oportunidades de aprendizagem a aqueles que possuem o interesse e a necessidade de ampliar seus horizontes.
A modalidade de ensino oferecida nos cursos de EAD possibilita uma nova metodologia no processo de educação que a qual deveria ser adotada no ensino presencial. Trata-se da interação e interlocução entre os membros envolvidos no curso, pois permite o intercâmbio de saberes na construção do conhecimento, tornando-se o que AUSUBEL (1992) considerou como aprendizagem significativa. A aprendizagem nesta modalidade não se restringe a um espaço formal de ensino, nem tão pouco a inércia do ensino tradicional, a palavra chave da EAD é a AUTONOMIA COLABORATIVA.
Inúmeras são as vantagens desta proposta de ensino, mas é necessário considerarmos alguns aspectos que podem minar esta estrutura e o sucesso pretendido, são elas:
1- Acesso e domínio das ferramentas das TICs ( Tecnologias de Informação e Comunicação), sendo este infelizmente até hoje um dos fatores limitantes a EAD e igualdade social.
2- A atitude dos alunos com relação a esta modalidade de ensino, que devem atuar como agente na construção do seu conhecimento e co-participe na construção do conhecimento coletivo. Em função disso, Ocker (2001) sugere a necessidade de se explorarem as atitudes e as opiniões dos alunos quando da implementação de tecnologias educacionais. De acordo com Havice (1999), as atitudes influenciam a motivação para aprender e ajudam a delinear as ações humanas, incluindo a aceitação de mensagens educacionais.
3- A seriedade das instituições que oferecem os cursos EAD.
4- Capacitação dos coordenadores e gerenciadores.
5- Estrutura tecnológica e seu domínio.
6- Avaliação centrada no progresso individual e coletivo.
Sugiro aos colegas que leiam as referências citadas abaixo. E um proveitoso curso a todos.
Referências bibliográficas
AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1982.
Monteiro, Rui J.F. O Ensino à Distância e a Internet. Sistemas de Formação. Ano 1997/98. Disponível em< http://student.dei.uc.pt/~shadow/Educ.html>. Acesso em: 10/11/2009.
STEIL, Andrea Valéria; PILLON, Ana Elisa and KERN, Vinícius Medina. Atitudes com relação à educação à distância em uma universidade. Psicol. estud. [online]. 2005, vol.10, n.2, pp. 253-262. Disponível em: . Acesso em: 10/11/2009.

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